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Perguntas frequentes

Encontrará de seguida uma lista das perguntas mais frequentes. Esta lista é atualizada periodicamente, de maneira que encontrará informações muito úteis para poder completar a sua candidatura.

Se não encontrar a resposta que pretende, pode contactar-nos através de healthresearch@fundaciolacaixa.org
  • Como Líder de Projeto, deve registar-se na aplicação vinculando-se à sua instituição.

    Se a instituição estiver acreditada para a edição HR17, encontrá-la-á procurando o respetivo CIF. Desta forma, poderá introduzir os dados (é imprescindível que sejam os dados do Project Leader) para obter um utilizador e uma palavra-passe.

    Se, quando introduzir os seus dados, o sistema informar que o seu NIF já existe, pode utilizar a palavra-passe do ano anterior. Se não se lembrar dela, recupere-a na ligação seguinte Esqueceu-se da sua palavra-passe?

    Para poder tramitar o seu pedido, o gestor da entidade terá de validar a vigência da documentação da acreditação.

    Se a sua entidade não estiver registada, será necessário que entre em contacto com o gestor da entidade pertinente para tramitarem a acreditação. Não poderá iniciar o processo da aplicação enquanto a entidade não estiver acreditada.

  • Pode apresentar-se qualquer projeto de investigação novo nas seguintes áreas temáticas,, compreendidas num sentido amplo: (1) Neurociências, (2) Oncologia, (3) Doenças cardiovasculares e metabólicas relacionadas, (4) Doenças infecciosas e (5) Tecnologias facilitadoras nas quatro áreas temáticas anteriores.

  • Projetos nos quais a investigação se baseie no desenvolvimento de tecnologias facilitadoras e que visem qualquer uma das áreas temáticas anteriores. As tecnologias facilitadoras incluem: micro e nanoeletrónica, ciência computacional, big data, fotónica, nanotecnologia, biotecnologia, materiais avançados e sistemas de fabrico avançados.

    Entre os avaliadores destes projetos, estarão especialistas nas diversas tecnologias facilitadoras, além de especialistas em biomedicina e saúde das várias áreas temáticas.

    e o núcleo do projeto for uma doença ou patologia, recomendamos que o mesmo seja apresentado na respetiva área temática, para uma melhor avaliação.

  • Projetos sobre doenças cardiovasculares e doenças metabólicas associadas a riscos ou alterações cardiovasculares. Num sentido amplo, a investigação das candidaturas em doenças metabólicas deve estar relacionada com a patologia cardiovascular.

  • De preferência, os projetos deverão ter uma duração de 3 anos e desenvolver-se entre setembro de 2019 e setembro de 2022.

    A duração máxima dos projetos será de 3 anos.

  • Sim, este concurso não é incompatível com outros programas da Fundação ”la Caixa”, desde que o montante solicitado não receba o apoio económico destes programas da Fundação ”la Caixa”.

  • Não. Os Project Leaders (PL) galardoados com um apoio do Concurso em Saúde HR17 não podem apresentar-se como PL nesta edição, visto que o apoio concedido ainda está em vigor.

  • Um médico sem título de doutoramento em investigação (PhD) pode participar neste concurso como investigador principal ou como membro da equipa de uma instituição do consórcio de investigação, mas não como Project Leader.

  • Um investigador só pode apresentar-se como Líder de um único projeto. Um Project Leader pode surgir também em diversos projetos como investigador principal ou como membro de uma equipa se a sua instituição fizer parte de outros projetos em consórcio de investigação. Uma instituição não possui um limite de apresentação de candidaturas.

  • Sim, nos casos de projetos individuais, o orçamento máximo que é possível solicitar na candidatura é de 500 000 €.

    Nos projetos individuais, além da instituição requerente, poderão participar entidades da sociedade civil (tais como associações de doentes) ou empresas constituídas.

  • Um consórcio de investigação é um grupo de duas ou mais instituições de investigação que colaboram num projeto. Para este concurso, os consórcios podem ser constituídos por um máximo de 5 instituições de investigação (incluindo a Instituição Requerente).

    Tanto nos projetos individuais como em consórcio, podem participar entidades da sociedade civil (tais como associações de doentes) ou empresas constituídas.

  • Não. O facto de as candidaturas serem individuais ou em consórcio não servirá, em caso algum, como critério de seleção durante o processo de avaliação. As candidaturas de projetos apresentados por equipas de uma única instituição e por equipas constituídas por membros de mais de uma instituição serão avaliadas de acordo com os mesmos critérios de avaliação, especificados nos termos do concurso.

  • Sim, as avaliações das candidaturas apresentadas na edição HR17 não limitam a apresentação de candidaturas na presente edição (HR18).

    Esta limitação será aplicada a partir do concurso atual. Os Project Leader (PL) dos projetos que obtiverem uma nota inferior a 5,50 na avaliação por peer-review do concurso HR18 não poderão apresentar candidaturas como PL no concurso HR19.

  • Não, as empresas não podem apresentar projetos como instituições requerentes, mas podem ser Organizações Colaboradoras (Cooperating Organizations), tanto em projetos individuais como em consórcios de investigação.

  • Não. As empresas não podem requerer orçamento. No entanto, existe a possibilidade de colaborações com empresas através da subcontratação inserida no orçamento de uma instituição do projeto.

    No caso de colaborações com empresas muito relevantes em investigação, através de subcontratação, estas empresas podem surgir como Organizações Colaboradoras (Cooperating Organizations).

  • Não podem apresentar candidatura os projetos que desenvolvam estudos cujos resultados estejam submetidos a direitos, de qualquer natureza, por parte de uma entidade com fins lucrativos antes do encerramento das candidaturas. Da mesma forma, também não possuem esse direito os estudos que avaliem a eficácia ou a segurança de produtos, terapias, dispositivos médicos ou sistemas de diagnóstico de entidades com fins lucrativos.

  • Os Projetos que solicitarem um apoio superior a 500 000 € deverão incluir no orçamento o custo de uma auditoria externa, que a Instituição Requerente terá de realizar no final do período do Projeto.

    A instituição requerente deverá apresentar o relatório de um auditor (relatório de procedimentos acordados) sobre a conta comprovativa do projeto, onde se especifiquem as despesas atribuídas ao projeto e os procedimentos que o auditor aplicou para validar a atribuição correta nessa conta, de acordo com o orçamento aprovado. Pode atribuir-se este relatório ao auditor de contas da instituição requerente do projeto, ou a qualquer outro auditor com experiência em relatórios de procedimentos acordados sobre contas comprovativas.

    O relatório de auditoria da totalidade do projeto, que deve ser apresentado pela instituição requerente, também poderá incluir relatórios de auditores das instituições do projeto sobre os elementos do seu projeto e orçamento, quando o auditor da instituição principal não os auditar diretamente.