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A Fundação ”la Caixa” abre a quarta edição do Concurso de Apoio a Projetos de Investigação em Saúde.

  • DADOS-CHAVES

    Abertura do Concurso
    2 de setembro de 2020, 14h00 CET

    Abertura da plataforma online para enviar as candidaturas
    20 de outubro de 2020, 14h00 CET

    Encerramento do Concurso
    3 de dezembro de 2020, 14h00 CET

    Pré-seleção para avaliaçao remota por peritos (análise pelos pares (peer review))
    De janeiro a abril de 2021

    Avaliação presencial por comissões de peritos
    27 e 28 de maio de 2021, em Barcelona

    Anúncio das decisões
    Fim de junho de 2021

    Execução dos projetos selecionados
    De setembro de 2021 a setembro de 2024

  • OBJETIVOS

    A Fundação ”la Caixa” lança a quarta edição do Concurso para Projetos de Investigação em biomedicina e saúde, cujo objetivo é identificar e promover iniciativas de excelência científica e de maior potencial e impacto na sociedade, tanto na investigação básica como na investigação clínica ou translacional.

    Os projetos apresentados devem enquadrar-se nas seguintes áreas temáticas:

    • Neurociências.

    • Oncologia.

    • Doenças cardiovasculares e metabólicas.

    • Doenças infeciosas.

    • Tecnologias facilitadoras nas quatro áreas temáticas anteriores.

  • APOIOS

    Nesta edição, as propostas de projeto, com uma duração máxima de 3 anos de execução, podem ser:

    • Individuais: apresentadas por uma única organização de investigação (organização candidata). Podem receber apoios até um máximo de 500.000 €.

    • Em consórcios de investigação: apresentadas no mínimo por 2 e no máximo por 5 organizações de investigação coordenadas pela organização candidata. Podem receber apoios até um máximo de 1.000.000 €.

    Em ambos os tipos de propostas, podem incluir-se organizações sem fins lucrativos, como associações de pacientes. As empresas não podem fazer parte das entidades colaboradoras do projeto.

    A intenção é distribuir os apoios de forma aproximadamente equitativa pelas diferentes áreas temáticas, mas a distribuição final dependerá sempre da qualidade e das características específicas dos projetos apresentados neste Concurso. O facto de as propostas serem individuais ou em consórcio, ou de investigação básica, clínica ou translacional, não será considerado, em nenhum caso, como critério de seleção durante o processo de avaliação. Os únicos critérios de seleção para avaliar as propostas são os especificados nas bases do Concurso.

    A atribuição de um orçamento corretamente ajustado às atividades que serão desenvolvidas será rigorosamente avaliado no processo de avaliação dos projetos.

  • BENEFICIÁRIOS

    Organizações candidatas (Host Organizations, HO). Podem apresentar-se ao Concurso projetos liderados por investigadores de organizações de investigação sem fins lucrativos situadas em Espanha ou Portugal.

    Líder do Projeto (Project Leader, PL). O investigador principal da organização candidata deve ser, além disso, o líder do projeto, que é quem apresenta a proposta ao Concurso e é responsável pela execução global do projeto.

    Organizações de investigação (Research Performing Organizations, RPO). Qualquer organização de investigação sem fins lucrativos localizado em qualquer pais do mundo que desenvolve atividades no projeto. Em projetos individuais, a única organização de investigação é a candidata. Em consórcios de investigação, deve haver um mínimo de 2 e um máximo de 5 organizações de investigação (incluindo a organização candidata). Organizações de investigação com o mesmo NIF ou número de IVA são consideradas uma só organização.

    Investigadores principais (Principal Investigators, PI). Cada organização de investigação deve ter um investigador principal responsável por executar as atividades do projeto levadas a cabo na sua organização.

    Organizações da sociedade civil (Civil Society Organizations, CSO). Tanto os projetos individuais como os consórcios de investigação podem incluir também até 3 entidades da sociedade civil sem fins lucrativos que não tenham como atividade principal a investigação (por exemplo, associações de pacientes).

    Empresas. As empresas não podem ser membros do projeto, mas podem receber fundos como subcontratadas.

    Globalmente, a soma do orçamento de todas as organizações não localizadas em Espanha ou Portugal pode ser no máximo 30% da totalidade do orçamento do projeto.

    Membros da equipa (Team members). Todos os membros da equipa do projeto devem fazer parte da organização candidata, das entidades da sociedade civil ou das organizações do consórcio de investigação.

  • ELEGIBILIDADE

    As bases deste Concurso contêm informação detalhada sobre todos os critérios de elegibilidade e os requisitos para submeter uma candidatura a este Concurso.

    Vencedores anteriores. Os Project Leaders (PL) vencedores nas três primeiras edições de Health Research não se podem apresentar como PL de novas propostas nesta edição.

    Avaliação mínima na edição anterior de Health Research. De modo a potenciar a qualidade das propostas, os PL dos projetos que obtiveram uma avaliação inferior a 5,50 (numa pontuação máxima de 8) na avaliação remota de especialistas (peer review) da edição anterior (HR20) não se podem apresentar como PL em propostas desta edição (HR21).

    De uma forma prospetiva, os PL e PIs dos projetos que obtêm uma avaliação inferior a 5,50 (de uma pontuação máxima de 8) na revisão remota de especialistas (peer review) desta edição (HR21) não poderão apresentar-se como PL nas propostas da próxima edição (HR22).

    Não são elegíveis os projetos que desenvolvam:

    • Estudos cujos resultados estejam submetidos a direitos, de qualquer natureza, por parte de uma entidade com fins lucrativos antes do encerramento das aplicações. Em todo o caso, a Fundação "La Caixa" reserva-se o direito de rejeitar propostas com um claro benefício para as organizações de lucros.

  • SELEÇÃO DE PROJETOS

    A seleção das propostas é feita a partir de um rigoroso processo de análise pelos pares (peer review) que cumpre os mais exigentes padrões de qualidade, imparcialidade, objetividade e transparência.

    É composta por uma primeira fase de pré-seleção remota e uma segunda fase de seleção presencial por comissões de peritos em cada uma das áreas de investigação.

  • PERGUNTAS FREQUENTES

  • CONTACTO

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  • PROCESSO DE PEDIDO

    1. As bases e o formulário de candidatura (Application Form) estão disponíveis no sítio Web a partir de 2 de setembro de 2020. Recomendamos que se comece a preparar a proposta a partir dessa data.

    2. A plataforma on-line estará aberto entre 20 de outubro e 3 de dezembre às 14h00 CET de 2020.

    3. Utilizadores e papéis na nova plataforma on-line:

      - Project Leader (PL): investigador responsável pela proposta, que também é quem assina o contrato no caso de ser vencedor. É indispensável que o PL se registe com os seus dados pessoais no sistema e se vincule à sua organização, que poderá encontrar listada na plataforma. Caso não encontre a organização, basta incluí-la introduzindo o nome e o NIF da organização.

      - Organization Manager (OM): gestor da organização candidata, único representante que a organização nomeia para levar a cabo as gestões relacionadas com a proposta (aceitar a participação do PL vinculado à organização e facilitar a documentação necessária no caso das propostas selecionadas).

      - O PL não pode submeter a candidatura enquanto não receber a autorização on-line do OM.

      - Principal Investigator (PI): investigador principal de cada membro do consórcio. O PI tem acesso à proposta de que é membro através do convite do PL. Pode aceder para ver a proposta e tem de aceitá-la online para que a proposta seja submetida .

      - Civil Society Organizations (CSO): organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que participam como membros de uma proposta (individual ou em consórcio). O representante da CSO tem acesso à proposta de que é membro através do convite do PL. Pode aceder para ver a proposta e tem de aceitá-la online para que a proposta seja submetida. 

    4. Durante o processo de candidatura, está disponível um botão de validação para verificar se os dados introduzidos estão corretos. Recomendamos a utilização desta validação ao longo do processo de candidatura de modo a cumprir a data limite de encerramento do Concurso.

    5. É necessário preencher a candidatura em inglês. Não serão aceites candidaturas escritas em qualquer outro idioma, que estejam incompletas em termos de informação ou documentação, que sejam entregues em papel ou que sejam apresentadas por qualquer outro meio ou fora do prazo.

  • PERGUNTAS FREQUENTES

  • CONTACTO

    Perguntas e respostas
    Endereço eletrónico: healthresearch@fundaciolacaixa.org

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  • PROCESSO DE SELEÇÃO

    O processo de avaliação do projeto consiste nas seguintes fases:

    1. Exame de critérios de elegibilidade: Todas as candidaturas recebidas são verificadas para comprovar se cumprem os critérios das bases do concurso. Se a candidatura for rejeitada, a Fundação ”la Caixa” envia ao candidato uma notificação por correio eletrónico onde se expõem os motivos da rejeição.

    2. Processo de pré-seleção através de análise pelos pares (peer review): As candidaturas que passem a fase de elegibilidade entram no processo de pré-seleção através de análise pelos pares (peer review) que é levado a cabo por peritos internacionais. As 12-15 candidaturas que obtiverem as melhores pontuações de cada área temática passam à fase seguinte. A Fundação ”la Caixa” informará por correio eletrónico os líderes de projeto (PL) se estes foram selecionados ou não.

    3. Comissões de seleção: Existem cinco comissões de seleção, uma por cada área temática. Cada comissão de seleção é formada por 8 a 12 peritos de renome internacional. Os PL das propostas pré-selecionadas serão convocados para uma entrevista presencial em Barcelona nos dias 27 e 28 de maio de 2021. No fim de junho de 2020 serão comunicados os vencedores do concurso.

    Se necessitarem de mais informação sobre o processo de seleção, podem descarregar Evaluation Process Guide e Code of Conduct for Evaluators.

Perguntas frequentes

A seguir, existe uma lista com as perguntas mais frequentes. Esta lista é atualizada periodicamente, assim é possível encontrar informação útil para poder completar a vossa candidatura.

Se não encontrar a resposta que procuram, podem contactar healthresearch@fundaciolacaixa.org
  • O sistema de submissão de propostas a convocatórias de investigação está disponível no seguinte link..

    A plataforma on-line está aberta para o registo dos utilizadores. Recomendamos que tanto os candidatos como os gestores de organizações se registem antecipatadamente para poder conhecer bem o sistema.

    É possível submeter as propostas de 20 de outubro a 3 de dezembro de 2020 às 14h00.

  • a) O líder de projeto (Project Leader, PL): deve registar-se na plataforma online com os seus dados pessoais e vincular-se à sua organização. Se a organização não constar da lista de entidades, será necessário incluí-la introduzindo o nome e número de identificação (NIF para organizações espanholas e número de IVA para organizações portuguesas).

    b) O gestor da organização (organization manager, OM): cada organização terá de nomear um único OM para todas as convocatórias de investigação e inovação, que se deve registar com seus dados pessoais. Para ser validado como OM, deve apresentar a carta de nomeação por parte da organização (consultar o modelo ou template no perfil de OM). O departamento técnico da ”la Caixa” irá validar esta informação antes de dar acesso ao OM à informação das propostas (dados básicos das propostas, orçamento e membros do consórcio). A OM deve completar e validar a informação da Organização e aceitar a participação da PL na convocatória para que possa submeter a proposta.

    c) O investigador principal (principal investigator, PI) ou representante de uma organização da sociedade civil (civil society organization, CSO): receberá o convite de participação no projeto por parte do PL. Uma vez aceite o convite e com o registo prévio no sistema com seus dados pessoais, terá acesso à leitura da proposta.

  • Qualquer proposta, seja individual ou em consórcio, necessita da autorização da a organização requerente para ser submetida. Isso implica uma validação, através da própria plataforma on-line, por parte do gestor da organização (OM). Esta validação pode ser feita ao longo do processo de preparação da proposta, uma vez que não limita a sua edição pela PL.

    Nas propostas individuais com organizações da sociedade civil (CSO) ou nas propostas em consórcio de investigação (Pis), também é necessária a aceitação, por parte dos membros participantes na proposta através da mesma plataforma on-line. Se faltar alguma destas aceitações, só se poderá dar continuidade a proposta eliminando o membro em questão (tanto no módulo de convite como no quadro com a informação dos membros do consórcio).

    Se houver alterações na secção de dados gerais e informação da proposta e/ou na composição dos membros do projeto, será necessário aceitar novamente os convites, assim que recomendamos não enviar os convites até ter estes dados preenchidos e verificados.

    Durante o processo de candidatura, está disponível um botão de validação para verificar se os dados introduzidos estão corretos. Recomendamos a utilização desta validação ao longo do processo de candidatura de modo a cumprir a data limite de encerramento do concurso.

  • No caso de o projeto ser selecionado, um representante legal da Organização anfitriã e o PL assinarão o acordo com a Fundação ”la Caixa”. No caso excecional das organizações de investigação que têm uma fundação para a gestão da ajuda financeira, é necessário que esta entidade gestora registe o sistema ligado à proposta do PL para que o acordo possa ser assinado.

  • É possível apresentar qualquer novo projeto de investigação nas áreas temáticas de investigação seguintes, entendidas num sentido alargado: (1) neurociências, (2) oncologia, (3) doenças cardiovasculares e metabólicas relacionadas, (4) doenças infeciosas e (5) tecnologias facilitadoras nas quatro áreas temáticas anteriores.

  • Investigação básica

    A investigação básica fornece conhecimentos para entender a natureza e as suas leis. Apesar de ser levada a cabo sem pensar nas finalidades práticas, estes conhecimentos fornecem os meios essenciais para responder a um grande número de problemas práticos importantes.


    Investigação clínica

    A investigação clínica é a que se faz com seres humanos (ou com material de origem humana, como tecidos, amostras e fenómenos cognitivos) e em que a equipa de investigação (ou colegas) interage diretamente com seres humanos. Excluem-se desta definição os estudos in vitro feitos com tecidos humanos que não é possível relacionar com um indivíduo vivo. Inclui os ensaios clínicos, os estudos epidemiológicos e comportamentais, a investigação de resultados e a investigação de serviços de saúde.


    Investigação translacional

    A investigação translacional promove a integração bidirecional da investigação básica e da investigação clínica, com o objetivo a longo prazo de melhorar a saúde das pessoas. Acelera o movimento entre a investigação básica e a investigação clínica, o que dá lugar ao seguinte:

    • O estímulo a uma compreensão científica sólida da saúde e das doenças humanas.

    • Uma compreensão científica ou uns padrões de assistência novos e/ou melhorados, melhores resultados nos pacientes, a implementação de boas práticas e um melhor estado de saúde das comunidades.

  • Podem ser apresentados projetos nos quais a investigação se baseie na criação e desenvolvimento de tecnologias facilitadoras em saúde, como microeletrónica e nanoeletrónica, ciências computacionais, megadados (big data), fotónica, nanotecnologia, biotecnologia, materiais avançados e sistemas de fabrico avançados. Os projetos devem estar centrados em qualquer uma das áreas temáticas anteriores.

    Entre os avaliadores destes projetos haverá peritos nas várias tecnologias facilitadoras, além de peritos em biomedicina e saúde das diferentes temáticas.

    Se o núcleo do projeto for uma doença ou patologia, recomendamos apresentá-lo na área temática correspondente à doença para uma correta avaliação. Se o núcleo do projeto for a criação e o desenvolvimento da tecnologia, recomendamos apresentar a proposta na área temática de tecnologias facilitadoras.

  • Podem ser apresentados projetos no âmbito das doenças cardiovasculares e das doenças metabólicas associadas a riscos ou alterações cardiovasculares. Num sentido amplo, a investigação das propostas em doenças metabólicas deve estar relacionada com a patologia cardiovascular.

  • Sim, este concurso não apresenta incompatibilidades com outros programas da Fundação "la Caixa", sempre que as quantias solicitadas não recebam o apoio económico desses programas da Fundação ”la Caixa”. No formulário da proposta, é necessário indicar a participação noutros programas da Fundação ”la Caixa”.

  • Não, os líderes de projeto (PL) galardoados com uma ajuda da Convocatória em Saúde das três edições anteriores não se podem apresentar como PL nesta edição.

  • Não, os líderes de projeto (PL) dos projetos que obtiveram uma avaliação inferior a 5,50 na avaliação remota de especialistas (peer review) da convocatória imediatamente anterior não podem submeter candidaturas como PL na convocatória atual.

    As PIs destes projetos podem se apresentar nesta edição (HR21). Tenha em mente que se na avaliação remota desta edição (HR21) receber uma nota inferindo para 5.5, nem o PL nem o PIs do projeto podem se apresentar na próxima edição (HR22) como PLs.

  • Sim, um médico sem diploma de doutoramento em investigação (PhD) pode participar neste Concurso como investigador principal (PI) ou membro da equipa de uma organização do consórcio de investigação, mas não como líder de projeto (PL).

  • Sim, no caso de projetos individuais, o orçamento máximo que pode ser solicitar é de 500.000 €.

    Nos projetos individuais, além da instituição candidata, podem participar entidades da sociedade civil (como associações de pacientes).

  • Um consórcio de investigação é um grupo de duas ou mais instituições de investigação que colaboram num projeto. Para este Concurso, os consórcios podem ser formados por um máximo de 5 instituições de investigação (incluindo a organização candidata).

    Uma organização define-se por um único número de identificação (NIF para organizações espanholas e número de IVA para organizações portuguesas). Cada organização apenas pode nomear um único investigador principal (PI). No caso da organização candidata (Host Organization, HO), o PI é o líder do projeto (PL).

    Tanto em projetos individuais como em consórcio, podem participar entidades da sociedade civil sem fins lucrativos (como associações de pacientes).

  • Não, o facto de as propostas serem individuais ou em consórcio nao é levado em conta como critério de seleção durante o processo de avaliação. As propostas de projetos apresentadas por equipas de uma única instituição e as equipas formadas por membros de mais do que uma organização são avaliadas segundo os mesmos critérios de seleção, que se especificam nas bases do Concurso.

  • Um investigador apenas pode apresentar-se como líder de um único projeto. Um líder de projeto (PL) também pode aparecer em vários projetos como investigador principal (PI) ou como membro da equipa se a sua organização fizer parte de outros projetos em consórcio de investigação. Uma organização não tem limite de apresentação de propostas.

  • Não, as empresas não podem apresentar projetos como organização candidata (HO) nem como organizações da sociedade civil (CSO), já que estas não podem ter fins lucrativos. Ainda assim, podem receber orçamento do projeto como entidades subcontratadas por uma das organizações do projeto.

  • Não são elegíveis os projetos que desenvolvam estudos cujos resultados estejam sujeitos a direitos, de qualquer natureza, com uma entidade com fins lucrativos antes do encerramento das aplicações. Em todo o caso, a Fundação ”la Caixa” reserva-se o direito de rejeitar propostas com um claro benefício para as organizações de lucros.

  • Todas as despesas são elegíveis desde que sejam bem justificadas pelas necessidades do projeto e respeitem os regulamentos da organização que recebe os fundos. Por isso, é necessário cumprir com os regulamentos nas despesas com pessoal (por exemplo, em Complementos ou pessoal já contratado), de viagens ou inventariações (para o convocatória pode imputar todas as despesas de um inventor como apenas o seu reembolso). A organização deve ter em conta que, no final do projeto, pode ser solicitada uma auditoria de todos os custos.

     

  • Os projetos que solicitem um apoio superior a 500.000 € deverão incluir no orçamento o custo de uma auditoria externa, a qual que deve ser realizada pela organização candidata (HO) no fim do período do projeto.

    A HO deve apresentar um relatório de uma auditoria (relatório de procedimentos acordados) sobre a nota justificativa do projeto, onde se especifiquem as despesas imputadas ao projeto e os procedimentos que a auditoria aplicou para validar a imputação correta nesta nota justificativa, de acordo com o orçamento aprovado. Este relatório pode ser solicitado à auditoria de contas da HO do projeto ou a qualquer outra entidade com experiência na emissão de relatórios desta natureza.

    O relatório de auditoria da totalidade do projeto, que a HO deve apresentar, também pode incluir relatórios de auditoria das organizações do projeto relativamente aos elementos do projeto e do orçamento que estejam relacionados, quando a auditoria da organização principal não o auditar diretamente.